O desafio
Em um evento de cibersegurança, apresentar soluções técnicas nem sempre basta para gerar interesse. O desafio era romper com o padrão dos estandes, atrair visitantes de forma espontânea e transformar a interação com a marca em oportunidades de negócio: fazer o público querer parar, interagir, compartilhar e conhecer mais.
A estratégia
Transformar ameaças cibernéticas invisíveis em criaturas colecionáveis em 3D. O público de cibersegurança domina conceitos técnicos, mas também tem forte conexão com a cultura geek e o universo colecionável. Daí nasceu o conceito de um laboratório de ameaças, com forma, personalidade e características físicas para 12 ameaças e para o próprio estande. A criatividade seria o próprio mecanismo de atração e engajamento.
A execução
Uma campanha integrada, conectando experiência presencial, conteúdo e geração de oportunidades: 12 criaturas colecionáveis, um estande ambientado como laboratório, uma landing page com sorteio diário das criaturas e uma narrativa planejada para imprensa, redes sociais, blog e e-mail marketing.
O impacto
A criatividade deixou de ser só um diferencial estético e passou a funcionar como motor de atração e geração de oportunidades: mais fluxo espontâneo, conversas comerciais mais fáceis de começar, leads vindos da própria ideia e mais visibilidade para a marca.







